quinta-feira, 30 de junho de 2016

Atividade sobre o filme "Happy Feet" (108 min)


Sinopse: No mundo dos pinguins, na Antártica, os animais que melhor conseguem cantar são os que arrumam as melhores parceiras na hora do acasalamento. Mano é um pinguim que nasceu sem a habilidade vocal, mas que não desiste da tal dança do acasalamento, reforçando a sua habilidade -- o sapateado -- ao conhecer um grupo de pinguins liderado por Amoroso.

01) Por que Mano era um pinguim diferente dos demais? Desde que nasceu ele era assim? 

02) Por que inicialmente pensaram que os peixes estavam sumindo? Qual era a verdadeira causa?   

03) Dê o sentido denotativo e o conotativo da expressão “só estou tentando quebrar o gelo”, citada no filme:  

04) A gaivota comenta com o Mano que sofreu uma “abdução alienígena”.  Quem eram, afinal, os ETs? Como você pôde chegar a essa conclusão? 

05) Por que você acha que Mano conseguiu voltar para o lugar dele após ter sido capturado pelo humanos? 

06) Ao retornar, Mano momentaneamente pensa que a sua amada Glória já se casou e tem filhos, mas ela afirma que nunca ouviu a canção certa. O que ela quis dizer com isso? 

07) O pai de Mano, o Memphis, afirma que a música não mora mais nele. O que isso poderia significar? Ele estava certo ou errado? Por quê? 

08) Que outro título você daria ao filme? 

09) Quem seria o principal antagonista dessa história? Por quê?  

10) De que personagem você mais gostou? Por quê? 

11) Qual a parte do filme que mais chamou a sua atenção? Justifique:

12) Que mensagem ecológica o filme nos transmitiu? 

Transformando Linguagem Não-verbal em Verbal...


Você deverá observar atentamente o cartum acima para, em seguida, criar uma NARRAÇÃO que substituirá cada detalhe nele presente! Quero ver como você conseguirá transformar a linguagem não-verbal em verbal. Capriche! 

Refletindo com Drummond...

Carta


Há muito tempo, sim, que não te escrevo.
Ficaram velhas todas as notícias.
Eu mesmo envelheci: Olha, em relevo,
estes sinais em mim, são das carícias

(tão leves) que fazias no meu rosto:
são golpes, são espinhos, são lembranças
da vida a teu menino, que ao sol-posto
perde a sabedoria das crianças.

A falta que me fazes não é tanto
à hora de dormir, quando dizias
“Deus te abençoe”, e a noite abria em sonho.

É quando, ao despertar, revejo a um canto
a noite acumulada de meus dias,
e sinto que estou vivo, e que não sonho.

(Carlos Drummond de Andrade)


01) Por que, segundo o texto, ficaram velhas as notícias?

02) O que significavam os sinais em relevo na face do poeta?

03) Cada sinal que marca o rosto do poeta representa o quê?

04) O que significa a expressão ao “sol-posto”, encontrada no terceiro verso da segunda estrofe?

05) Em sua opinião, as pessoas quando envelhecem perdem a sabedoria das crianças? Por quê?

06) A terceira estrofe sugere a quem o poeta escreve a carta. Quem é essa pessoa?

07) O que significa o verso “a noite acumulada de meus dias”?

08) Com qual realidade o poeta se depara na última estrofe?

09) A seu ver, a mensagem escrita pelo poeta chegará ao seu destino? Por quê?

10) Podemos afirmar que o texto é um soneto? Justifique sua resposta:

11) Justifique o título do poema, dizendo se ele é, de fato, uma carta: 

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Atividade sobre o filme "Os Sem-floresta" (83 min)


Sinopse: A primavera chegou e Verne e seus amigos da floresta acordaram da sua longa hibernação para descobrir que uma “coisa” verde e alta apareceu misteriosamente no meio da casa deles. É quando eles conhecem RJ, um guaxinim, que explica que o mundo além da cerca é “a passagem para uma vida maravilhosa” na qual criaturas peculiares chamadas humanos vivem para comer, ao invés de comer para viver.

Suspeitando e até com um pouco de ciúme de RJ, o cauteloso Verne quer manter a sua família a salvo no seu lado da cerca. Mas provando a tese de que a lixeira de um homem é o tesouro de outro homem – ou até animal – o manipulador RJ tenta convencer o bando da floresta que não há nada a temer e muito a ganhar dos seus novos visinhos. Eventualmente, RJ e Verne se tornam amigos enquanto aprendem a co-existir e até explorar esse estranho novo mundo chamado subúrbio.

01) Em que momento do filme houve um despertar dos bichos para o chamado CONSUMISMO? 

02) Quando e por que a cauda da tartaruga parece formigar? A que isso corresponderia nos humanos?

03) Por que a grama sempre parece ser mais verde do outro lado da cerca? Que ditado popular isso nos lembra? Comente: 

04) De que parte do filme você mais gostou? Justifique:

05) Que personagem você curtiu mais? Por quê?

06) Que justificativa RJ usou para convencer a tartaruga a deixá-lo fazer parte do grupo?

07) Por que, apesar de não pertencerem à mesma espécie, o gato parece ter sido feito para a gambá?

08) Pelo filme dá para se ter uma nítida ideia de como age um "amigo-urso". Caracterize:

09) O que RJ aprendeu com a sua nova família?

10) Que mensagem o filme lhe transmitiu? Comente:

Atividade sobre a música "Esquadros" - Adriana Calcanhoto

Esquadros


Eu ando pelo mundo prestando atenção
Em cores que eu não sei o nome
Cores de Almodóvar
Cores de Frida Kahlo, cores
Passeio pelo escuro
Eu presto muita atenção no que meu irmão ouve
E como uma segunda pele, um calo, uma casca,
Uma cápsula protetora
Eu quero chegar antes
Pra sinalizar o estar de cada coisa
Filtrar seus graus
Eu ando pelo mundo divertindo gente
Chorando ao telefone
E vendo doer a fome nos meninos que têm fome

Pela janela do quarto
Pela janela do carro

Pela tela, pela janela

(quem é ela, quem é ela?)

Eu vejo tudo enquadrado

Remoto controle


Eu ando pelo mundo

E os automóveis correm para quê?

As crianças correm para onde?

Transito entre dois lados de um lado

Eu gosto de opostos

Exponho o meu modo, me mostro
Eu canto para quem?


Pela janela do quarto

Pela janela do carro

Pela tela, pela janela

(quem é ela, quem é ela?)

Eu vejo tudo enquadrado

Remoto controle


Eu ando pelo mundo

E meus amigos, cadê?

Minha alegria, meu cansaço

Meu amor cadê você?

Eu acordei

Não tem ninguém ao lado...


Pela janela do quarto

Pela janela do carro

Pela tela, pela janela

Quem é ela? Quem é ela?

Eu vejo tudo enquadrado

Remoto controle...


Eu ando pelo mundo

E meus amigos, cadê?

Minha alegria, meu cansaço

Meu amor cadê você?

Eu acordei

Não tem ninguém ao lado...


Pela janela do quarto

Pela janela do carro

Pela tela, pela janela

Quem é ela? Quem é ela?

Eu vejo tudo enquadrado

Remoto controle...

(Adriana Calcanhoto)

01) Que tal você criar um pequeno poema, dizendo o que você vê da sua janela?!?

02) Crie um pequeno texto (algumas linhas) em torno da personagem da canção "Esquadros". Ressalte os aspectos descritivos dessa personagem:

03) Elaborar uma carta para a personagem, afirmando ser um admirador secreto que a observa todos os dias quando ela está na janela e que deseja um encontro:

04) Faça uma pesquisa sobre os dois artistas citados na música para entender o que a autora quis dizer com "Cores de Almodóvar / Cores de Frida Kahlo": 



05) Quantas estrofes e quantos versos podem ser encontrados neste texto?

06) Justifique o título da música, aproveitando para sugerir um outro!

07) Poderíamos afirmar que a canção "Esquadros" se aproxima da crônica? Justifique:

08) Retire do texto exemplos que justifiquem o verso "Eu vejo tudo enquadrado" e, a seguir, acrescente um outro exemplo que não esteja no texto:

09) Observe os versos interrogativos que há no poema e elabore possíveis respostas para tais questionamentos, em visões diferentes: otimista, pessimista, irônica, racional, emotiva, fria, dramática:

10) Todas as ações se passam em um determinado local. Como é descrito esse espaço na canção?

11) Que mensagem a música lhe transmitiu? Comente: 

terça-feira, 28 de junho de 2016

ESTUPRO - Porque discutir sobre esse assunto nunca é demais...

Pelo fim da cultura do estupro 

Não é fácil ser mulher nesta sociedade. Os poucos anos de avanços e conquistas que tivemos não conseguem apagar a cultura machista, patriarcal e violenta que sempre envolveu a história das mulheres na humanidade.

Cidadãs de segunda classe, extensão da propriedade do homem, incapacitadas para decidir, as mulheres sempre foram maltratadas e desrespeitadas. Apesar de mudanças significativas na legislação, garantindo direitos, penalizando abusos, os ditos “costumes” ainda falam mais alto.

Só isso pode explicar os casos bárbaros de estupro a que estamos assistindo no Brasil, sendo o mais emblemático o do Rio de Janeiro em que mais de 30 homens abusaram de uma jovem de 16 anos, desacordada. Postaram fotos nas redes, fizeram comentários. A primeira ação do delegado do caso foi tentar minimizar, dizendo que precisava de mais evidências para saber se tinha sido caso de estupro!!! Ao ouvir a vítima novamente, o delegado fez-se acompanhar por mais três homens e quis saber se ela praticava sexo grupal!

É a velha tentativa de querer responsabilizar a vítima pelo crime. Afinal, se ela já tinha feito sexo em grupo, frequentava os bailes funks e não se vestia “decentemente”, o estupro estaria praticamente justificado. É bom lembrar que há muito pouco tempo livramos os nossos tribunais do argumento da “legítima defesa da honra” que permitiu o assassinato de muitas mulheres. Sempre surge, no final, a pergunta: “mas o que ela fez para merecer isso”?

A cultura prevalente é de que o homem pratique violência, com a finalidade de punir e corrigir comportamentos femininos que transgridem o papel esperado de mãe, esposa e dona de casa. “Culpa-se a vítima pela agressão, seja por não cumprir o papel doméstico que lhe foi atribuído, seja por ‘provocar’ a agressão dos homens nas ruas ou nos meios de transporte, por exibir seu corpo”, diz relatório do Mapa da Violência – homicídios de mulheres.

É injustificável, intolerável, que essa postura continue imperando entre nós. Ninguém ataca um homem porque ele anda sem camisa, mesmo que em praça pública.

Durante todo o final de semana as mulheres se mobilizaram, nas redes e nas ruas, mostrando indignação e cobrando atitude das autoridades. Os criminosos devem pagar, no Rio, no Piauí, em qualquer lugar. Pelo menos um avanço tivemos, o delegado machista não coordenará mais o caso, que agora fica a cargo da Delegacia da Criança e do Adolescente, comandada por uma mulher.

Penso que teremos tempos difíceis no Brasil daqui pra frente. O governo interino que comanda a Nação, não tem sensibilidade em relação à causa das mulheres, tampouco conhece e entende sua história. Retrocedeu e não deixou nenhuma mulher para sua equipe do primeiro escalão. É um recado claro: aqui vocês não terão vez!

Vamos resistir, como sempre fizemos! O respeito e o empoderamento às mulheres é condição essencial à democracia! Sem eles, esta será sempre estuprada!

(Gleisei Hoffmann)
(http://www.esmaelmorais.com.br/2016/05/gleisi-hoffmann-pelo-fim-da-cultura-do-estupro/)

01) Posicione-se já sobre a primeira afirmação do texto, usando o máximo de argumentos possíveis para defender a sua opinião:

02) No texto, há um dado que depois não foi confirmado. Qual? Corrija-o, explicando:

03) Você achou a postura do delegado realmente machista? Ele tentou deixar a vítima constrangida? Por quê? Comente: 

04) Transcreva do texto uma passagem que mostra diferença na forma de a sociedade tratar o homem e a mulher; justificando sua escolha: 

05) Segundo a autora do texto, qual o avanço que já tivemos com relação ao caso do estupro coletivo no Rio de Janeiro? Há outros avanços, em sua opinião? Se sim, cite-os, explique-os: 

06) Você acha que as manifestações populares (várias) sobre esse caso tiveram alguma influência, algum peso, com relação à análise do mesmo? Comente:

07) Que comentários machistas você já ouviu sobre esse caso específico citado no texto, tentando culpar a menina estuprada? Cite-os: 

08) Que tipo de desfecho a autora escolheu para o seu texto? No que isso implica? Qual o efeito disso, considerando o contexto? 

09) Que mensagem o texto lhe transmitiu? 

10) Elabore mais duas questões sobre o texto lido: 

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Um excelente texto para a gente discutir... e refletir...

O animal satisfeito dorme


O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: "o animal satisfeito dorme". Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação. A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. 

Por isso, quando alguém diz "fiquei muito satisfeito com você" ou "estou muito satisfeita com teu trabalho", é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: "teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música, etc) é bom", "fiquei muito satisfeito" e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas. 

Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue? Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangigo ao possível da condição do momento. 

Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, emagrecer, etc) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio. 

Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir, e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar. 

Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando...

Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente. 

Demora um pouco para entender tudo isso: aliás, como falou o mesmo Guimarães, "não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro"...

(Mário Sérgio Cortella)

01) Explique a metáfora presente já no título do texto e depois retomada nele: 

02) Você se considera um "animal satisfeito" ou insatisfeito? Justifique sua resposta:

03) Analise a transitividade dos verbos presentes na frase destacada no texto, no primeiro parágrafo, justificando: 

04) Posicione-se, concordando ou não, com a passagem destacada no texto, situada no terceiro parágrafo:

05) Segundo o texto, qual a diferença entre ser ambicioso e ser ganancioso? Você concorda com essa visão? Explique:

06) Qual a diferença entre o ser humano e coisas, como fogão, sapato, geladeira? Você concorda? Por quê?

07) Explique a frase de Guimarães Rosa utilizada no final do texto, associando-a ao teor do texto:

08) Que outro título você daria ao texto?

09) Que mensagem o texto lhe transmitiu?

Atividade sobre a música "Pais e Filhos" - Legião Urbana


Pais e filhos

Estátuas e cofres
e paredes pintadas
Ninguém sabe o que aconteceu
Ela se jogou da janela
do quinto andar
nada é fácil de entender
Olha agora
é só o vento lá fora

Quero colo, vou fugir de casa
Posso dormir aqui com você?
Estou com medo, tive um pesadelo
Só vou voltar depois das seis

Meu filho vai ter
nome de santo
é o nome mais bonito

É preciso amar
as pessoas
como se não houvesse amanhã
porque se você parar
pra pensar
na verdade não há

Me diz
Por que que o céu é azul
Explica a grande fúria do mundo
São meus filhos que tomam
conta de mim
Eu moro com a minha mãe,
mas meu pai vem me visitar
Eu moro na rua, não tenho ninguém
Eu moro em qualquer lugar
Já morei em tanta casa
que nem me lembro mais
Eu moro com meus pais...

Sou a gota d’água
Sou um grão de areia
Você me diz que seus pais não o entendem
mas você não entende seus pais
Você culpa seus pais por tudo
Isso é absurdo
São crianças como você

O que você vai ser quando você crescer?

(Legião Urbana)

01) Justifique o título do texto:

02) De que verso(s) da canção você mais gostou? Circule-os no texto e justifique a sua escolha:

03) Qual a ideia central dessa letra de música?

04) Que idade você diria que o eu-lírico presente nesta música tem, depois de ler atentamente cada verso?

05) Transcreva do texto verso(s) que comprove(m) que os pais do eu-lírico são separados:

06) Como é a sua relação com os seus pais?

07) Você concorda que é “preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã”? Por quê?

08) Se realmente não houver amanhã, o que você diria HOJE, agora, para os seus pais? Crie um pequeno parágrafo!

09) Retire da canção 05 figuras de linguagem:

10) Monte uma pequena narrativa usando a espinha-dorsal da canção:

11) Quando o eu lírico diz que “Ela se jogou da janela do quinto andar” pode-se deduzir o quê? O que você pensa a respeito disso?
 
12) O eu lírico apresenta-se muito confuso nesta canção. Retire versos que comprovem essa afirmação, justificando sua escolha:

domingo, 26 de junho de 2016

Atividade sobre o livro "A corrente da vida"


Sinopse: Raquel tem um grande amigo, Nel, que, inexplicavelmente, começa a faltar à escola. Insiste em saber o que está acontecendo com ele. Junto com um amigo em comum, Marcelo, vai visitá-lo. A família do amigo age estranhamente. Finalmente, a garota descobre a verdade: Nel está contaminado pelo vírus da AIDS e a doença já se manifestou. Nel volta às aulas. Mas uma fofoqueira espalha a informação de que ele é aidético. Alguns amigos se solidarizam, mas há pais que o querem expulso da escola. Os alunos ficam conhecendo as formas de contágio e de  evitar a doença. E se unem para ajudar o colega doente. Marcelo se interessa por Raquel, mas a menina vive intensamente o drama de Nel. Não tem olhos para ninguém. O amigo morre. E Raquele descobre tanto o quanto ele foi importante para sua vida, quanto e como é importante amar o próximo. 


01) Raquel recorda sua amizade com seu amigo Nelson, mas ressalta: "eu não estou falando de momentos absolutamente felizes". As pessoas valorizam demais a alegria". Na verdade, o que Raquel quer nos transmitir?

02) O que levou Raquel a procurar seu amigo Nelson na casa dele?

03) Marcelo e Raquel tentam ajudar Nelson na volta à escola, mas o rapaz estava muito debilitado. O que realmente teria acontecido a ele? 

04) Como Raquel reage ao saber da doença do seu amigo?

05) A notícia sobre a enfermidade de Nelson se espalha na escola. Como reagiu a comunidade escolar? O que fez o diretor do estabelecimento diante do problema? 

06) Faltava dinheiro para comprar os remédios de Nelson. Como Raquel procurou ajudar? 

07) Qual o grande segredo de Marcelo?

08) Raquel, emocionada, diz a Nelson que o amava. Por que esse amor, segundo o rapaz, poderia ser comparado a uma nuvem? Explique:

09) Justifique o título do livro, aproveitando para inventar um outro: 

10) Quais foram os principais participantes da "Corrente pela vida"? O que você pensa a respeito disso? 

11) Que mensagem o livro lhe transmitiu?

sábado, 25 de junho de 2016

Atividade sobre o filme "Lucas - um intruso no formigueiro" (88 min)


Sinopse: Após afogar um formigueiro com sua pistola d´água, Lucas tem seu tamanho misteriosamente diminuído, até ficar da mesma altura que uma formiga. Ele é, então, obrigado a trabalhar como escravo na reconstrução do formigueiro que ele mesmo destruiu. 

01) O que causou a inundação da colônica das formigas? 

02) Para que era a poção mágica criada por uma das formigas?

03) O que você achou do título do filme? Ele lhe atraiu o interesse? Comente:

04) Que outro título você daria ao filme? Justifique sua resposta:

05) Por que as formigas acharam que Lucas estivesse pelo avesso?

06) Justifique os apelidos dados a Lucas pelas formigas:

07) O que era a tal "chuva amarela" a que se referiam as formigas? Como você descobriu isso? 

08) Qual foi a condição das formigas para que Lucas pudesse voltar para casa? 

09) Por que as frases "Eu sei me virar sozinho" e "Eu não preciso de ajuda" contrariam a principal regra das formigas? O que você pensa sobre isso? Opine: 

10) O que eram as tais "pedras doces" tão adoradas pelas formigas? 

11) O que significa a frase "Você só precisa descobrir a sua formiga interior"? Você, aliás, já descobriu a SUA frase? Comente:

12) "Ter o cérebro do tamanho de um pingo", afinal, é elogio ou é crítica? Explique bem:

13) Na conversa com Zok, Lucas percebe algumas diferenças entre os humanos e as formigas. Cite algumas:

14) Como Lucas e as formigas conseguem acabar com o exterminador de insetos?

15) O que Lucas aprendeu com esta aventura no formigueiro? O que você faria no lugar dele?

16) Quando ele volta ao normal, que lição ele dá ao menino que batia nele? O que você achou dessa atitude?

17) De que personagem você mais gostou? Por quê? 

18) Para nós, humanos, a quem corresponderiam as figuras da Abelha-Mãe e o Fumacê Exterminador? 

19) Que mensagem o filme lhe transmitiu? Explique:

20) Desenhe, com capricho, a cena do filme de que você mais gostou! 

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Eleições à vista!

Já está chegando aquela época em que todo candidato é lindo, maravilhoso, generoso, preocupado com o povo, solidário, atento às suas necessidades... ELEIÇÕES! De dar nojo! 

Observe a crítica embutida na charge abaixo e aproveite-a para criar outras charges que denunciem esse mesmo tema! 


Em seguida, observando uma BULA qualquer, crie uma para o remédio sugerido abaixo! E você pode, também, se quiser, inventar ainda uma PROPAGANDA para tal remedinho, que seria tão salvador, né? Ô! Capriche! 


quinta-feira, 23 de junho de 2016

Atividade sobre o livro "Gente de estimação"

01) Com a morte do palhaço Minhoca, o garoto fica sozinho com Mil-Réis no mundo.

a) Por que ele desiste do sonho de ser palhaço?

b) Qual é a relação entre a morte de Minhoca e a decadência do circo?

02) Tostão sabia que Mil-Réis não tinha como se defender. Então, resolve tomar uma atitude drástica e os dois acabam arrumando uma confusão. Escreva o que aconteceu e onde eles vão parar:

03) Tostão reencontra Minhoca e fica surpreso com a aparência do palhaço, que era visível apenas como um nariz vermelho.

a) O palhaço tinha uma explicação para esse seu novo visual. Qual era?

b) Como ele ajuda Tostão e Mil-Réis?

04) Quando Cigano percebeu que poderia aproveitar toda a confusão e a cobertura da tevê para promover o circo, seus planos mudaram. Ao ser entrevistado por Sulamita Normanha, Cigano mudou o nome de Mil-Réis. Por quê? Qual foi o novo nome que criou?

05) Qual era o sonho de Zé Caninha quando era menino? Ele conseguiu concretizar esse desejo Por quê?

06) O velho juiz sente uma admiração pelo decadente personagem. Por quê?

07) O que acontece quando Casca-de-Ferida chega ao bar procurando um juiz para resolver a confusão?

08) Ao final do julgamento, o verdadeiro juiz propõe a Tostão, Mil-Réis,  Casca-de-Ferida e Zé Caninha construírem um circo juntos.

a) Minhoca se despediu de Tostão porque ele já podia se cuidar sozinho. Qual foi a recordação que deixou?

b) Tostão diz que vai ser o palhaço Minhoquinha. Na sua opinião, por que resolvera retomar o sonho?

09) Nessa história, você viu que Zé Caninha teve que tomar uma decisão muito difícil, e isso exigiu dele consciência clara dos fatos.

a) Cigano era o verdadeiro dono do animal. Foi correta a atitude do juiz de confiscar o elefante e dá-lo a Tostão? Por quê?

b) Ser dono de algo é também ser responsável por ele; isso é o que nos diz Pedro Bandeira já no início do livro e o que nos mostra através das atitudes do Cigano, que, além de não cuidar do que tem, só pensa no próprio benefício. Você concorda com o autor? Por quê?

10) O que você achou, sinceramente, do livro? Que nota você daria a esse livro do Pedro Bandeira? 

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Vamos refletir um pouquinho?!?

Rio Olímpico. Seja bem-vindo. Se conseguir sobreviver. 



Um grupo de meninos se aproxima com pressa. Soltos e sós na noite fria. Traçam planos, nota-se bem. Um frio de dar pneumonia em pinguim. Eu com dois casacos. Eles de bermuda, camisa e chinelo.

O olhar de quem encara um pobre como se fosse fera, magoa a alma de quem é olhado. Os alunos me ensinaram. Não olho. Não encaro. Não me encolho. Nem respiro. Apenas aguardo o desfecho.

Passaram direto por mim. Apenas meninos. Crianças desesperadas de frio. Invadiram a loja aberta. Agarraram edredons. Rápidos. Experientes. Inocentes. Correram crentes que daria certo. Não deu.

Edredom não é cordão de ouro que cabe na boca, na bermuda, na cueca. Onde esconder um edredom? Como escapar discreto com um pacote enorme embaixo do braço?

Perseguidos pelos seguranças, largaram tudo pelo caminho. Aquela noite, na rua ou na comunidade, não ia ser melhor que as outras. Tremeriam de frio mais uma vez.

Já se imaginou com frio sem cobertor? Com fome sem alimento? Com dor sem direito à saúde? Esse é o Rio Olímpico. A verdadeira Terra dos meninos perdidos.

Nossos meninos, nossa promessa de futuro, morrem sem presente e matam em cada esquina. Roubam, sim. E são roubados em sua dignidade. Em seu direito à saúde, à segurança, ao conforto, a uma vida melhor.

Na Terra dos meninos perdidos não temos fada, nem Peter Pan. Pó mágico de pirlimpimpim, esse temos. Muitos vendem. Outros são usuários. Voam na triste ilusão de poder.

Mas o poder real não sai nunca das mesmas mãos. A mão dos Capitães Ganchos. Cruéis. Desumanos. Sentados em seus tronos. Desprovidos de alma e de culpa. Nunca sentiram frio. Nunca sentiram nada. Mandam como mandam os que só viveram em poder. Nunca em falta.

Já se imaginou sem direito a nada? Largado como traste, sem segurança, sem estudo, pronto a ser morto na próxima esquina ou viela? Meninos pobres, policiais a serviço ou não são caçados por bandidos, pedestres ou motoristas.

Morremos como moscas. Sem tempo nem de virar notícia. Nunca se viu tantas mortes assim. Por falta absoluta de uma política de segurança séria. Largados à sorte e ao Deus dará. Triste. Esse é o Rio Olímpico. Coloque seu colete à prova de balas. Seja bem-vindo, se conseguir sobreviver.

Estamos todos à deriva. A calamidade pública já vigora por aqui há bastante tempo. Estado dá isenção fiscal para ricos. E os trabalhadores ficam sem seus salários. Humilhados em seus direitos mais básicos. Lutar por seus direitos, veja só, aqui virou abuso. Achei que abuso fosse não pagar quem trabalha.

Escolas são assaltadas. A escola João Kopke, dia treze de junho, foi invadida por ladrões. Professores e alunos na mira de revólver. Levaram pertences de alunos e professores. Este mês, uma professora foi baleada no estacionamento da FAETEC. Não há porteiros, não há segurança. Só descaso.

As turmas são enormes. As escolas caem de podre sem cuidados básicos e manutenção. O salário de muitos funcionários públicos da educação, da saúde e da segurança só desvaloriza. Não é reajustado há anos.

A saúde não tem leitos, nem remédios. Pessoas agonizam pelo chão. Mas nem ouse pensar em morrer. O IML também não tem condições de te receber por lá. No Rio Olímpico você não tem onde cair morto, literalmente.

Rio Olímpico é só para fortes. Você tem que ser atleta para sobreviver. Saltar as crateras das ruas e estradas. Correr dos tiroteios a qualquer hora do dia, como se fosse uma oferta relâmpago. Pular de UPA em UPA até conseguir atendimento. Lutar, em estilo livre, para conseguir entrar em trens e metrôs. Driblar credores com um salário que não tem dia para cair no banco.

Só para encerrar, me diga: qual a semelhança entre a escola pública e a ciclovia Tim Maia (aquela que caiu)? Sabe? Eu te digo.

As duas deveriam ser fonte de prazer, saber e acesso. Mas viraram triste palco de tragédias. Uma feia escultura reflexo dos descasos e desmandos a que somos submetidos.

As duas deveriam nos mostrar um lindo horizonte. Mas vêm desmontando por absoluta falta de cuidado com o dinheiro do povo, com a falta de seriedade dos governantes, com a certeza de impunidade que reina por aqui.

Às duas faltou a base necessária para ficar em pé. Às duas a sustentação correta foi sonegada. Ignorada. Ambas foram e têm sido encaradas na base do “faz qualquer coisa aí que serve”. Para o povo qualquer coisa serve. Sem seriedade, sem capricho, sem preocupação.

Deu errado? Na ciclovia, a culpa é do mar. Esse insensível que resolveu ter ressacas. Um absurdo. Nas escolas, a culpa é dos professores. Esses insensíveis que querem receber para trabalhar. Uns loucos que lutam por uma educação de qualidade. Um absurdo.

O mar, como os professores, só causa transtorno! Os professores, esses insanos, ousam se interessar pelo outro. Alimentam sonhos de um mundo melhor. De direitos para todos. Eles sabem que só a educação abre caminho para a verdadeira democracia. Para o respeito, para novos desafios.

O mar é perigoso. Os professores também. Esses perigosos sabem que é preciso reagir. Mesmo no meio do caos, da calamidade pública, os professores são como o mar. Sempre e sobretudo fonte de vida, de beleza, de saber. Fonte de ressacas e de grandes navegações.

Não se calem mesmo, professores. Para esses meninos pobres vocês são a única grande esperança. Eles precisam de vocês para ocupar suas escolas, seus pensamentos. Povoar suas esperanças de alcançar uma vida melhor.

Lutar por um mundo mais justo, essa é a verdadeira olimpíada. Sobreviver ao triste Rio Olímpico, essa é a modalidade mais importante. O povo que faz o melhor possível, mesmo com o descaso com que são tratados, esse é o verdadeiro herói. Os verdadeiros atletas olímpicos são os que lutam, apesar de tudo e de todos, para botar comida na mesa.

O ouro é de vocês.
(Mônica Rauof El Bayed)


01) Podemos afirmar que já existe uma IRONIA a começar pelo título do texto? Explique:

02) Copie do texto duas passagens que remetam a um CONTRASTE, explicando-o: 

03) Você concorda com a comparação feita pela autora entre a escola pública e a ciclovia que caiu? Comente: 

04) De quem segundo a autora, é o OURO? Você concorda com ela? Comente: 

05) A que os professores são comparados, segundo a autora? Que fundamento há nisso? Explique: 

06) Que conselho a autora dá aos professores? E que conselho você daria a eles?

07) A autora julga ou meio que vitimiza os meninos assaltantes? Por quê? Comprove com uma ou mais passagens do texto: 

08) Que mensagem o texto lhe transmitiu? 

09) Sinceramente, você acha que realmente estamos preparados para receber as Olimpíadas? O que fazer agora? 

10) Crie um texto dissertativo-argumentativo sobre a questão das Olimpíadas e o caos instalado em nosso país, em especial no Rio de Janeiro: 

11) Relacione as charges abaixo, de alguma forma, ao texto lido: 









P.S.: Quer mais questões sobre esse mesmo texto?!? É só você visitar o link abaixo que encontrará muitas questões interessantes sobre ele, no blog da minha amiga Fabi Behling! Confira:

terça-feira, 21 de junho de 2016

Atividade sonre o filme "O Mistério da Libélula" (1 h 44 min)

Lembro-me de que, quando arrisquei levar esse filme para a sala de aula, fiquei meio intrigada, por saber que poderia atingir caminhos perigosos, polêmicos e tal... Me surpreendi! As minhas turmas amaram, choraram, e ainda me fizeram chorar muito lendo respostas super bem construídas e pessoalíssimas, emocionantes, profundas! Um barato! Recomendo! Excelente para trabalhar com a questão de SÍMBOLOS, dentre outros assuntos! 


Sinopse: Joe Darrow é um médico que ficou viúvo recentemente e acredita que sua falecida esposa, Emily esteja tentando falar com ele do mundo dos mortos, usando para isso pacientes que estejam à beira da morte. Além disto, Joe passa a ser perseguido por estranhas e misteriosas libélulas, que o fazem se lembrar cada vez mais da falecida esposa.

01) Explique o porquê do título do filme:

02) Os amigos do Joe costumavam dizer que ele e Emily eram o casal "mente e coração". O que isso significa?

03) Que promessa Joe fez a Emily e que só depois de seis meses ele decidiu cumprir? Ainda deu tempo? Por quê?

04) O que Joe recebeu pelo correio, que era destinado à Emily?

05) Qual era o animal de estimação da Emily? O que aconteceu de atípico com ele depois de sua morte?

06) O que os meninos Jeffrey e Ben têm em comum? Comente:

07) Qual a importância da vizinha Miriam na vida de Joe? E da Irmã Madeline? Justifique sua resposta:

08) Qual o objetivo de Joe ao tentar voltar ao lugar em que a esposa morreu? E ao pular de um penhasco e ficar dentro do ônibus? Comente:

09) Você acredita em "experiências quase-morte"? E em vida após a morte? Você acredita que os mortos conseguem se comunicar com os vivos? Explique:

10) Você já sentiu a presença de alguém que já faleceu? Comente, se puder e quiser, sobre isso, e, caso não tenha lhe acontecido, o que faria se acontecesse? Como tentaria reagir? 

11) A libélula se tornou um símbolo, a marca registrada da Doutora Emily. Qual seria então o SEU símbolo? Por quê? 

12) Por que você acha que as crianças costumam agir com maior naturalidade diante dos supostos recados vindos do outro lado? E os animais? 

13) Que parte do filme mais mexeu com você? Justifique sua resposta:

14) Que sensação esse filme despertou em você? Que mensagem ele lhe transmitiu?

"Só acreditando é que chegamos lá"!!!

Atividade sonre o filme "Romance" (105 min)


Sinopse: Ana (Letícia Sabatella) e Afonso (Wagner Moura) são dois jovens atores que se apaixonam durante a montagem teatral de Romance, de Tristão e Isolda. Ao mesmo tempo que recriam a história desse casal mítico que está na origem de todos os casais românticos, eles tentam descobrir para si próprios uma nova forma de se relacionar.

01) O que representa "Romance" para o indivíduo moderno? E o que representa na literatura?

02) Qual é o significado para os envolvidos na trama -- Ana, Pedro e José (Orlando)?

03) A partir da questão anterior, analise a abertura do filme, em que a palavra ROMANCE se inicia pela letra O e não por R. O que poderia representar a ideia? Círculo ou aliança para um relacionamento amororo? 

04) Com base no filme, enumere quais valores são essenciais para um bom relacionamento e quais devem ser evitados, e por quê:

05) Elabore uma rápida sinopse sobre o filme assistido e coloque no mural da escola: 

06) Faça uma análise dos protagonistas, citando seus pontos negativos e positivos. O que você mudaria neles? 

07) No filme diz que "é melhor viver um grande amor, mesmo impossível do que não amar ninguém". Concorda com essa afirmação? Por quê? 

08) Observe o diálogo: 

-- Eu acho melhor ficar sozinho do que amar a pessoa errada. 
-- Isso não existe. Quem ama o errado, certo lhe parece.

Com qual dessas duas falas você mais se identifica? Por quê? 

09) Você concorda que "sem sofrimento não há romance"? Explique seu ponto de vista: 

10) Conforme vão encenando a peça "Tristão e Isolda", algo vai acontecendo na vida das personagens. O quê? 

11) "Amor recíproco infeliz" -- O que seria isso? Explique: 

12) "Quando se faz uma cena de amor termina amando um pouco a outra personagem e quando a gente ama alguém de verdade também representa um pouco". Posicione-se sobre essa afirmativa: 

13) Concorde ou discorde: "Todo amor é verdade e representação ao mesmo tempo": 

14) Você concorda que quando a pessoa está muito feliz ela parece estar desafiando o mundo? Por quê? 

15) Quando o teatro e o namoro se misturam de forma negativa?  O que você pensa a respeito disso? 

16) Você acha importante duas pessoas pensarem da mesma forma e terem as mesmas prioridades para um romance dar certo? Justifique sua resposta:

17) No filme fala que "esse é o problema com o amor... ou ele vira cobrança e ninguém tem mais paz, ou então ele vira rotina e as pessoas morrem de tédio". Você concorda com isso? Comente: 

18) Ainda pegando carona na questão acima, o que é mais comum de acontecer? Explique: 

19) Você concorda que "o casamento é o túmulo do amor"? Por quê? 

20) Você acha que é válido pensar que "casamento é uma coisa e amor é outra", necessariamente? Por quê? 

21) "As pessoas se casam por amor e depois terminam, se estapeando por causa de uma infiltração na cozinha". Isso ocorre mesmo? Justifique sua resposta: 

22) O que aconteceu com as carreiras de ambos depois que se separaram? Que lição podemos tirar especialmente disso?

23) "Sem obstáculos, o amor acaba, não há mais o que contar. Acabou o romance." Posicione-se sobre essa afirmação: 

24) Qual a parte do filme que mais lhe chamou a atenção? Justifique sua resposta:

25) O que você achou, especialmente, do final do filme? Aproveite para criar um final alternativo:

26) Compare esse filme com outros que abordam questões de relacionamentos amororos. O que há em comum entre eles? Em que aspecto o filme em questão se evidencia? 

27) Que lição podemos extrair do filme?