quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Eleições à vista!

As Olimpíadas já foram a conta... Daqui a pouco é a vez das Paraolimpíadas... e logo logo as Eleições estarão batendo à nossa porta! Pensando nisso, criei esta simples atividade e espero, sinceramente, que gostem! Quem tiver alguma coisa relacionada e que queira acrescentar, por favor, é só dar um alô aqui nos comentários que eu dou um jeito! Combinado?!?

Charge 01:



01) Explique o duplo sentido presente no título da charge acima:

02) O que as marcas do "antes das eleições" indicam? Justifique sua resposta:

03) O que as marcas do "depois das eleições" revelam? Justifique sua resposta:

04) O que fazer para evitar essa segunda forma de tratamento? 

05) Que crítica a charge faz? Posicione-se sobre ela, argumentando bem: 


Charge 02: 

06) O que a charge acima denuncia? Comente o que você pensa a respeito disso, concordando ou discordando, argumentando num caso ou em outro: 

07) Invente uma fala para o político em questão, ou um pensamento para ele: 

08) Explique o modo imperativo presente no verbo escrito no quadro atrás do político:

09) Você acha que TODO político se comporta dessa maneira? Por quê? 

10) Que mensagem você mandaria para os políticos desse naipe? Capriche!

Charge 03: 


11) O que podemos entender da charge acima? Comente:

12) Podemos afirmar que a fala da bibliotecária foi irônica? Por quê? 

13) Justifique as aspas preesentes na fala do menino:

14) Que expressão está presente em cada uma das personagens? Justifique-as: 

15) Transcreva da charge um exemplo de numeral, classificando-o:

16) Justifique o acento indicador de crase presente na fala do menino:

17) O que você acha que o menino fez depois de ouvir a orientação da senhora? 

18) Que título você daria a esta charge? 


Charge 04: 


19) Qual a expressão presente no rosto de quem está filmando? Por que você acha que isso ocorre?

20) Que crítica a charge faz? A quem? Comente:

21) Você acha que o político se ofendeu com o pedido feito a ele? Por quê? 

22) O que tal charge tem a ver com a charge 02? 

23) Qual dessas duas você achou mais interessante? Justifique sua resposta:


24) Justifique o emprego da conjunção adversativa "mas" para o contexto:

25) Que crítica está embutida na charge acima? Você concorda com ela? Por quê?

26) Por que houve uma mudança fisionômica, no último quadrinho, em uma das personagens? 

27) Você concorda com o que foi falado no último balãozinho? Justifique sua resposta:


28) Justifique a ironia presente no título da charge acima:

29) De todas as "modalidades" presentes na charge, qual a que mais incomoda? Por quê?

30) Que mensagem a charge lhe transmitiu? 

31) O que todas as charges têm em comum? 

32) De que charge você mais gostou? Por quê? 

33) Elabore UM parágrafo dissertativo-argumentativo sobre o tema extraído das charges: 

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Análise da música "Ideologia", de Cazuza

Ideologia

Meu partido
é um coração partido
e as ilusões estão todas perdidas
os meus sonhos foram todos vendidos
tão barato que eu nem acredito
eu nem acredito
Que aquele garoto que ia mudar o mundo
(Mudar o mundo)
frequenta agora as festas do "Grand Monde"

Meus heróis morreram de overdose
Meus inimigos estão no poder
Ideologia
Eu quero uma pra viver
Ideologia
Eu quero uma pra viver

O meu prazer
agora é risco de vida
Meu sex and drugs não tem nenhum rock' n' roll
Eu vou pagar a conta do analista
pra nunca mais ter que saber quem sou 
pois aquele garoto que ia mudar o mundo
(Mudar o mundo)
Agora assiste a tudo em cima do muro

Meus heróis morreram de overdose
meus inimigos estão no poder
Ideologia
Eu quero uma pra viver
Ideologia
Eu quero uma pra viver. 

(Cazuza)

01) Pelo contexto da música, por que o coração do eu lírico é "partido"? 

02) Explique o título da canção, aproveitando para sugerir um outro: 

03) Podemos afirmar que o terceiro verso da primeira estrofe é uma alusão a um livro intitulado "Ilusões perdidas", de Honeré de Balzac. Tal procedimento constitui o que se chama de:

         (a) intertextualidade   (b) pertinência   (c) pressuposição  (d) metáfora   (e) anáfora 

04) Transcreva da canção o(s) verso(s) que transmite descrença, desânimo, acomodação:

05) Copie do texto exemplos de estrangeirismos: 

06) A palavra "Ideologia" é dicionarizada ora como "conjunto de ideias, pensamentos, doutrinas e visões de mundo de um indivíduo ou de um grupo", ora como "conjunto de ideias que visa à manipulação e à alienação das pessoas". Os versos que melhor relacionam á primeira e à segunda acepções, respectivamente, são:

(a) "Os meus sonhos foram todos vendidos" / "Eu vou pagar a conta do analista";
(b) "Meus heróis morreram de overdose" / "É um coração partido";
(c) "Eu quero uma pra viver" / "Frequenta agora as festas do "Grand Monde";
(d) "Meu sex and drugs não tem nenhum rock´n´roll" / "Mudar o mundo"

07) Que mensagem a canção lhe transmitiu? Comente: 

Análise da música "Que país é esse?"

Que país é esse? 

Nas favela, no Senado
Sujeira pra todo lado
Ninguém respeita a Constituição,
Mas todos acreditam no futuro da nação.

Que país é esse?
Que país é esse? 
Que pais é esse? 

No Amazonas, no Araguaia-ia-ia,
Na baixada fluminense
Mato Grosso, Minas Gerais
E no Nordeste tudo em paz.

Na morte eu descanso
Mas o sangue anda solto
Manchando os papéis, documentos fiéis
Ao descanso do patrão.

Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?

Terceiro mundo se foi
Piada no exterior
Mas o Brasil vai ficar rico
Vamos faturar um milhão
Quando vendermos todas as almas
Dos nossos índios num leilão

Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?

(Renato Russo)

01) De que país fala a música? Que país é esse, afinal?

02) A que tipo de sujeira você acha que a música se refere? 

03) Mesmo tal música sendo composta há mais de 30 anos, podemos afirmar que ela continua atual? Justifique sua resposta:

04) Há alguma contradição nos dois versos destacados na canção? Explique bem o seu raciocínio:

05) Trascreva do texto um verbo no gerúndio, explicando a sua função: 

06) Que mensagem a música lhe transmitiu? 

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Que foi isso, Neymar?!?


01) Toda charge dialoga com algum acontecimento, com algum fato recente. No caso desta em questão, a que ela se refere? Comente: 

02) Quem são as personagens da charge? 

03) O que as expressões fisionômicas de cada personagem revela? Comente:

04) Que título você daria a essa charge?

05) No que diz a gramática, há um desvio na fala da personagem com relação ao pronome demonstrativo. Faça a adequação necessária, explicando seu ponto de vista:

06) Que mensagem a charge lhe transmitiu? O que você pensa a respeito disso? Justifique sua resposta: 

07) Crie uma possível fala para o personagem de amarelo, uma resposta para ele dar ao seu interlocutor: 

08) Em que reside o humor da charge? 

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Atividade sobre o livro "A Droga do Amor"

Mais uma delícia de livro do queridíssimo Pedro Bandeira, ccom os Karas! Relembrando outra atividade que meus alunos, na época, amaram! Isso já faz, claro, quase uns vinte anos, mas... Certas histórias são mesmo atemporais! Concordam?!?



01) Dois das duas personagens têm seus nomes grafados em desacordo com a norma ortográfica vigente no Brasil: Magrí e Calú. Qual a intenção do autor em cometer esse pequeno "deslize"? 

02) O que torna o título do livro uma expressão ambigua? Justifique sua resposta:

03) No início, Magrí não se encontra no Brasil. Onde ela se encontrava? O que a levou até lá? O que a faz retornar? 

04) Durante a trama, a equipe dos Karas se dissolve e volta a se unir. Explique por que e como isso aconteceu:

05) Qual o foco narrativo da história contada no livro?

06) Quem sumiu da penitenciária máxima? 

07) Quem foi sequestrado no aeroporto de Cumbica?

08) Por que o anão estava sempre por perto da professora Iolanda?

09) Qual era o poder da droga do amor?

10) Como os Karas conseguiram encontrar o Doutor QI?

11) Que mensagem esse livro lhe transmitiu?

12) Que nota você daria a este livro? Justifique sua resposta:

domingo, 21 de agosto de 2016

Atividade sobre o livro "A Droga da Obediência"

Confesso que, às vezes, sinto muita falta de dar aula para o Ensino Fundamental. Tive experiências maravilhosas e bem ricas, sem falar que foi onde tudo começou. Sempre gostei muito de trabalhar com os livros paradidáticos, e, naquela época, os alunos realmente liam, sem tentar apelar pro famoso "copie e cole" do Google! 

Hoje então compartilho uma atividade super simples em cima do livro "A Droga da Obediência", do queridíssimo Pedro Bandeira. Espero que gostem! Comentem! 


01) O que fazia do Elite um colégio muito especial? Quem eram os Karas? Como eles se identificavam entre si?

02) Qual a trama central da história contada neste livro do Pedro Bandeira?

03) Qual foi o motivo da reunião de emergência dos Karas?

04) Quando Miguel foi raptado, ficou sabendo dos planos do Doutor QI. Que planos eram esses?

05) Assistindo ao debate na televisão sobre a "Droga da Obediência", Miguel entende que "a guerra ainda estava longe, muito longe de terminar". Por quê? 

06) Por que Miguel, ao analisar seu próprio comportamento, acabou reconhecendo que não era o líder que maginava ser?

07) No início, Chumbinho impõe sua presença aos Karas, que pretendem despistá-lo após a resolução do caso. Entretanto, ele acaba conquistando seu lugar entre o grupo. Como ele consegue esse feito?

08) O autor "erra" de propósito a grafia do nome de duas personagens. Quais são elas? Por que o autor cometeu esse "erro"? 

09) Explique o título do livro, aproveitando para sugerir outro:

10) O que você achou do livro abordado? Comente: 

11) De que parte do livro você mais gostou? Por quê? 

12) De que parte do livro você menos gostou? Justifique sua resposta:

13) Que mensagem ele lhe transmitiu?

14) Que pergunta você gostaria de fazer ao autor deste livro? 

sábado, 20 de agosto de 2016

CONVITE para a Semana de Arte Moderna

Usando todos os seus conhecimentos sobre a Semana de Arte Moderna, ou a famosa "Semana de 22", e conhecedo os artistas mais significativos desse período, você deverá bolar um novo CONVITE, atualizado, para esse evento! Capriche! E veja só como foi o convite daquela época! 


Veja só este que interessante, para você ter uma ideia! Seja o mais criativo(a) possível! Arrase! Mas não se esqueça de colocar os dados essenciais do gênero CONVITE: Quando? A que horas? Onde?


sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Análise da Música "Janaína"

Janaína

Janaína acorda todo dia às quatro e meia
E já na hora de ir pra cama, Janaína pensa
Que o dia não passou
Que nada aconteceu
Janaína é passageira. 

Passa as horas do seu dia em trens lotados,
Filas de supermercados, bancos e repartições
Que repartem sua vida. 

Mas ela diz
Que apesar de tudo ela tem sonhos.
Ela diz
Que um dia a gente há de ser feliz.
Ela diz 
Que apesar de tudo ela tem sonhos,
Ela diz
Que um dia a gente há de ser feliz. 
Se Deus quiser... 

Janaína é beleza de gestos, abraços, 
Mãos, dedos, anéis e lábios,
Dentes e sorriso solto
Que escapam do seu rosto.

Janaína é só lembrança de amores guardados.
Hoje é apenas mais uma pessoa
Que tem medo do futuro - que aconteceu? -
Se alimenta do passado.

Mas ela diz
Que apesar de tudo ela tem sonhos.
Mas ela diz
Que um dia a gente há de ser feliz.
Diz
Que apesar de tudo ela tem sonhos.
Ela diz
Que um dia a gente há de ser feliz.
Se Deus quiser..

Já não imagina
quantos anos tem
Já na iminência
De outro aniversário.

Janaína acorda todo dia às quatro e meia
Já na hora de ir pra cama, Janaína pensa
Que o dia não passou
Que nada aconteceu.

(Biquíni Cavadão)


01) Copie do texto um substantivo próprio, justificando sua resposta:

02) Que outro título você daria à música? Por quê?

03) Quantas estrofes existem no texto? E quantos versos, no geral? 

04) Copie do texto uma passagem que revela que a protagonista tem uma espécie de rotina:

05) Explique a passagem em destaque na primeira estrofe:

06) Copie do texto um exemplo de numeral, classificando-o: 

07) Explique o sentido da passagem destacada no quinto parágrafo, tentando responder a esta pergunta: 

08) Há os mesmos versos presentes no começo do texto e no final dele. O que isso revela? 

09) Baseando-se no relato do texto, utilize cinco adjetivos para caracterizar a protagonista:

10) Transforme a canção em uma HQ (História em Quadrinhos), aproveitando todos os detalhes: 

11) Que mensagem a música lhe transmitiu? Comente: 

12) Que conselho ou recado você mandaria para a Janaína? 

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

E o comentário sobre o biscoitinho GLOBO rendeu...

Texto 01: Biscoito Globo tem defesa apaixonada nas redes sociais

Iguaria, que foi tachada de "sem graça" pelo "New York Times", 
virou foto de perfil de muita gente no Facebook


RIO - O povo do Rio de Janeiro não perdeu o gingado quando veículos estrangeiros se apressaram em reclamar da zika, da violência e da infraestrutura na cidade olímpica. Deu no “New York Times”, porém, que o clássico Biscoito Globo é “sem gosto”, “sem graça”, “ar transformado em bolacha”. E aí — como sói quando gringos opinam sobre tradições locais — o tempo fechou.

O português Milton Ponce, 77 anos, um dos três sócios-fundadores da marca, não quer falar com ninguém. Foi ele quem recebeu David Segal, correspondente olímpico do NYT, na fábrica do biscoito feito de polvilho, leite, ovo, gordura hidrogenada, sal (ou açúcar). Não gostou do artigo que, além de criticar seu produto, reprovava a gastronomia carioca como um todo. Segundo seu filho Marcelo, está “recolhido”.

Marcelo, 33 anos, é sócio minoritário e administrador da fábrica — desde 1963 na Rua do Senado, no Centro. Lá, o quitute que chega a R$ 5 em supermercados paulistas é vendido por R$ 1. O herdeiro comenta:

— Ficou chato. Meu pai prefere não falar. Mas o apoio é tanto que a gente não precisa falar nada — diz Marcelo, que ontem acabou publicando uma mensagem na web: “Obrigado, New York Times! Uma crítica negativa nunca repercutiu tão positivamente para uma marca!

Nos últimos dias, cariocas e simpatizantes inundaram as redes sociais com duas variedades de posts sobre o tópico: ataques rancorosos ao jornal americano e defesas apaixonadas do petisco. Muitos, como o arquiteto Chicô Gouvêa, trocaram suas fotos de perfil por uma imagem da famosa iguaria. Outros milhares curtiram e compartilharam uma foto do escritor Marcelo Rubens Paiva que enquadra o Morro Dois Irmãos na famosa rosquinha.

Até o site de humor “Sensacionalista” entrou na brincadeira, com a manchete irônica: “Após crítica do ‘NYT’, Biscoito Globo terá corante amarelo e sabor artificial de bacon”. Já o publicitário Joel Nascimento Jr., que mora em Boston, detonou Brasil, Estados Unidos e a discussão com um tweet: “Biscoito Globo não tem gosto de nada, pretzel também não. Deixem o ‘NYT’ pra lá e não embarquem em outra polêmica inútil.”

Há quem lembre que o biscoito nunca ameaçou vida, diferentemente do pretzel, que quase sufocou o ex-presidente dos EUA, George W. Bush, em janeiro de 2002.

A celebrada chef Roberta Sudbrack, gaúcha de Porto Alegre, manifestou no Instagram seu apoio de “carioca por adoção”: “Não se mexe com ícones culturais de um povo! Ainda mais gastronômicos! Tudo é subjetivo! Mas de Biscoito Globo o nosso afetivo entende!”

O chef Claude Troigros, que inclui biscoitos no couvert de seu restaurante Olympe, concorda: — Não se pode criticar uma tradição. Remete ao estilo e o jeito carioca de ser.

Luciana Fróes, crítica de gastronomia do GLOBO (sem relação com o biscoito), defende que o lanche é saudável:

— Acabo de voltar de um spa onde tinha Biscoito Globo. Ele não te dá bode, não é trash — diz Luciana, que elogia a onipresença do produto: — Você está engarrafado no Túnel Rebouças e, opa, ele surge. Suja o carro, mas eu adoro.

‘MANTENHO O QUE ESCREVI’

David Segal, autor do texto polêmico do ‘NYT’, reconhece: ignorava que estava mexendo com uma instituição:

— Sabia que o biscoito era popular, mas não que era tão relevante pros cariocas. Estou sendo xingado de coisas impublicáveis — diz Segal, que tem uma coluna de direitos do consumidor e fica no Rio até o fim dos Jogos.

O americano não retira o que disse sobre o sabor do biscoito (ou a falta dele). Ao mesmo tempo, admite que não levou em conta o contexto:

— Reconheço que ele se insere na experiência: na praia, com mate, deve ser melhor. Da mesma forma, torcedores dos EUA toleram intragáveis hot-dogs porque estão no estádio.

Na segunda-feira, Segal foi levado ao tradicional botequim Galeto Sat’s, e, Copacabana, para conhecer galeto, pão de alho e coração de galinha. Seu lanche carioca preferido? O sanduíche de filé com abacaxi do vizinho Cervantes.

(Emiliano Urbim)

(http://oglobo.globo.com/rio/biscoito-globo-tem-defesa-apaixonada-nas-redes-sociais-19938373)



01) Explique a expressão destacada no primeiro parágrafo do texto:

02) Tal expressão está no sentido denotativo ou conotativo? Justifique sua resposta:

03) Você já comeu o biscoito em questão? Concorda com os rótulos dados a ele? Comente:

04) No quarto parágrafo, podemos afirmar que existe uma antítese na passagem destacada? Por quê?

05) Transcreva do texto uma passagem em que também apareça uma antítese, explicando-a: 

06) Explique a ironia presente na manchete do "Sensacionalista", uma característica comum a este site, posicionando-se sobre isso:

07) Posicione-se, concordando ou não, e explicando bem, sobre a afirmação “Não se mexe com ícones culturais de um povo!":

08) Qual a importância da passagem entre parênteses, para o contexto, utilizada no quarto parágrafo? 

09) Copie do texto uma passagem que remeta a um FATO e outra que seja remetida a uma OPINIÃO, diferenciando ambas: 

10) Observe a expressão abaixo, utilizada no texto, explicando se você já tinha se deparado com ela e que outro termo poderia substituí-la sem prejuízo no sentido: 


Texto 02: Vida é biscoito Globo



- Vai ficar aí sentada? Parece uma pata choca!
A mãe da moça tinha frases delicadas como essa. Bem pouco carinhosas. Frases-espeto. Que ela ia enfiando sem dó. Entre assustada e dolorida, a moça pulava e se mexia.
Me diga quem nunca espetou? Quem nunca foi espetado? Quem nunca teve seus momentos de pata choca? Eu tenho. Muitos. Quando me pego como pata choca, sei que estou no fim da linha. Largada. Vencida. Triste. Azeda. Me espeto sem dó. Pulo. Mas, entre assustada e dolorida, volto a caminhar.
Mesmo sem forças, sigo. Como criança emburrada que não quer ir para a escola. Mas vai empurrada. Eu me empurro. Outro jeito não há. Digo mais. Quando uma pata está choca é sinal que está gerando vida. Vai nascer alguma coisa.
Choco pensamentos, ideias. O que pode ser ótimo. Mas se me mantenho inerte, sem nada fazer para que meus ovos passem de teoria à prática e eclodam, de que me adianta?
O medo das mudanças trava. Paralisa. O medo resseca. Tira o sabor e o molejo. É preciso tratar a inércia. O velho hábito de ser mais do mesmo, de se manter sem mudanças, mata por dentro aos poucos.
Não são as mudanças que trazem o sucesso? Que abrem novas frentes e possibilidades? Porque não mudar?
Por medo de se dar mal. Medo de não ser bem visto. De não ser mais querido. De perder o valor aos olhos do outro.
Moça, a vida é biscoito Globo. A gente nunca agrada a todo mundo. E, mesmo agradando, uns vão te gostar mais doce. Outros, mais salgada. Não ligue. Importa é o seu valor. Importa estar perto de quem te valoriza. O resto é o resto.
Existe uma diferença entre os que falam para machucar. Os que podiam se calar e não calam de pura maldade. E dos que falam por amor.
Mães, muitas vezes, precisam espetar para que os filhos não empaquem na vida. Espetam por angústia de ver que a coisa só rumina e não anda. Pode parecer esquisito, mas espetam por amor.
Porque quem ama se importa. Quer seu bem. Sabe que você pode mais do que imagina. Quer te ver mais feliz. Então, moça, se ofenda menos, se perceba mais. Se choque menos, reaja mais. Saia dessa lama e lute pela sua vida. Quando uma pata choca, é sinal de que ali tem vida.
Há momentos em que o fogo é inevitável. Vai ficar de fora no estilo pata choca ou entrar de cabeça e se deixar cozinhar? Se deixe cozinhar. O fogo provoca mudanças. Todo problema também.
No sofrimento enfrentado, viramos boa comida. Adquirimos tempero. A maciez da flexibilidade para novas situações. O jogo de cintura dos que se permitiram transformações. Na fuga, só encruamos. Duros e insossos.
No consultório, não chamo ninguém de pata choca! Há formas mais delicadas de se tratar a inércia. E, na verdade, acho que pessoas que se dispõem a fazer terapia jamais serão patas chocas. São corajosas. São lutadoras. São dignas de toda a minha admiração. Estão ali renovando os temperos. E garantindo que a vida pode, sim, e sempre, ser melhor.
Mostre seu valor sem medo. Seja biscoito Globo. Garanta se manter interessante, fresca, crocante. Quem quiser, que te compre. Quem não quiser, que se dane. Siga feliz.


(Mônica Raouf El Bayeh) 
(http://extra.globo.com/mulher/um-dedo-de-prosa/vida-biscoito-globo-19946276.html#ixzz4Hg8EtY4N)

11) Explique a expressão destacada logo no primeiro parágrafo do texto 02, dizendo se você costuma ou não usá-la:

12) Tal expressão está no sentido denotativo ou conotativo? Justifique sua resposta, aproveitando para diferenciar os dois sentidos para essa expressão:

13) O que são "frases-espeto"? Que outra expressão você utiliza e que tem o mesmo sentido?

14) Posicione-se sobre a passagem destacada no quarto parágrafo, concordando ou discordando dela, com argumentos:

15) Transcreva do texto um vocativo, explicando a importância dele para o contexto:

16) Por que as "espetadas" das mães, segundo a autora, costumam ser diferentes? Você concorda com isso? Já foi muito espetada(o) nesse sentido?

17) No décimo primeiro parágrafo, a palavra destacada trata-se de um vocativo ou não? Explique bem a sua resposta:

18) Destaque do texto uma passagem que tenha despertado a sua atenção de maneira especial, justificando essa escolha:

19) Que mensagem o texto lhe transmitiu?

20) O que os dois textos têm em comum? Comente, aproveitando para explicar por que as duas imagens a seguir também dialogam com eles:



Análise da música "Cérebro eletrônico", do Gilberto Gil


Cérebro eletrônico

O cérebro eletrônico faz tudo,
Faz quase tudo,
Quase tudo,
Mas ele é mudo.

O cérebro eletrônico comanda,
Manda e desmanda,
Ele é quem manda
Mas ele não anda.

Só eu posso pensar
Se Deus existe,
Só eu.
Só eu posso chorar
Quando estou triste,
Só eu.
Eu cá, com os meus botões
De carne e osso,
Eu faço e ouço,
Eu penso e posso,
Eu posso decidir
Se eu vivo ou morro.
Porque, porque sou vivo,
Vivo pra cachorro.
E sei que cérebro eletrônico nenhum
Me dá socorro
Em meu caminho
Inevitável para a morte.
Porque eu sou vivo,
Ah, sou muito vivo,
E sei que a morte
É nosso impulso primitivo.
E sei
Que cérebro eletrônico nenhum
Me dá socorro,
Com seus botões de ferro e seus olhos de vidro.

(Gilberto Gil)


01) O autor vê a máquina como um ser que auxilia o homem, mas que tem muitos limites em relação à capacidade humana. Localize os versos que comprovam essa afirmação:

02) Quais os limites da máquina que o autor aponta?

03) Entre os traços de superioridade do homem em relação à máquina, que o autor aponta, está a capacidade de sentir e de tomar decisões importantes. Localize os versos que dizem isso:

04) O que significa “Eu cá, com os meus botões” / “De carne e osso”?

05) O que o poeta evidencia com estes versos: “Porque, porque sou vivo / Vivo pra cachorro” e “Porque eu sou vivo, / Ah, sou muito vivo”?

06) De todos os limites apontados no texto, qual (ou quais) você acha que a máquina não pode ultrapassar? Por quê?

07) A letra dessa canção tem caráter dissertativo? Por quê?

08) O homem é capaz de não se deixar subjugar totalmente pela máquina? Em que circunstância?

09) Qual deve ser o lugar da máquina na vida do homem? Que tipo de coisas ela deve fazer? O que não deve (e não pode) fazer?

10) É possível uma convivência pacífica e proveitosa entre o homem e a máquina? Ou ela representa uma ameaça ao ser humano? Justifique sua resposta:

11) Que outro título você daria ao texto?

12) Copie do texto duas orações coordenadas sindéticas adversativas, explicando:

13) Copie do texto duas orações coordenadas sindéticas aditivas, justificando:

14) Copie do texto duas orações coordenadas assindéticas, explicando bem:

15) Copie do texto uma oração coordenada sindética explicativa, explicando:

16) Ao ler o título da música qual é a primeira ideia que lhe vem à mente?

17) Na sua opinião por que o eu lírico diz no primeiro verso que o cérebro eletrônico faz tudo e no segundo verso, muda de opinião e diz faz quase tudo?

18) O autor vê a máquina como um ser que auxilia o homem, mas que tem muitos limites em relação à capacidade humana. Localize os versos que comprovam essa afirmação:

19) Entre os traços de superioridade do homem em relação à máquina, que o autor aponta, está a capacidade de sentir e de tomar decisões importantes. Localize os versos que dizem isso:

21) Eu posso decidir / Se vivo ou morro por quê / Porque sou vivo.

Diferencie semanticamente os dois porquês empregados nos versos acima:

22) Só eu posso pensar / Se Deus existe

Explique a mudança de sentido que ocorreria no posicionamento ideológico do eu lírico se trocássemos a conjunção SE por QUE.

23) No trecho “só eu posso pensar / se Deus existe”, o termo "só" enfatiza a idéia de:

A) isolamento.
B) distanciamento.
C) dúvida.
D) antecipação.
E) exclusividade.

24) "...com os meus botões de carne e osso" "com seus botões de ferro e olhos de vidro". Analise o sentido dos versos, assim como a escolha da linguagem conotativa e denotativa: