terça-feira, 19 de dezembro de 2017

"Ovelha negra" - Ítalo Calvino

A ovelha negra



Havia um país onde todos eram ladrões.
À noite, cada habitante saía, com a gazua e a lanterna, e ia arrombar a casa de um vizinho. Voltava de madrugada, carregado e encontrava a sua casa roubada.
E assim todos viviam em paz e sem prejuízo, pois um roubava o outro, e este, um terceiro, e assim por diante, até que se chegava ao último que roubava o primeiro. O comércio naquele país só era praticado como trapaça, tanto por quem vendia como por quem comprava. O governo era uma associação de delinqüentes vivendo à custa dos súditos, e os súditos por sua vez só se preocupavam em fraudar o governo. Assim a vida prosseguia sem tropeços, e não havia ricos nem pobres.
Ora, não se sabe como, ocorre que no país apareceu um homem honesto. À noite, em vez de sair com o saco e a lanterna, ficava em casa fumando e lendo romances.
Vinham os ladrões, viam a luz acesa e não subiam.
Essa situação durou algum tempo: depois foi preciso fazê-lo compreender que, se quisesse viver sem fazer nada, não era essa uma boa razão para não deixar os outros fazerem. Cada noite que ele passava em casa era uma família que não comia no dia seguinte.
Diante desses argumentos, o homem honesto não tinha o que objetar. Também começou a sair de noite para voltar de madrugada, mas não ia roubar. Era honesto, não havia nada a fazer. Andava até a ponte e ficava vendo a água passar embaixo. Voltava para casa, e a encontrava roubada.
Em menos de uma semana o homem honesto ficou sem um tostão, sem o que comer, com a casa vazia. Mas até aí tudo bem, porque era culpa sua; o problema era que seu comportamento criava uma grande confusão. Ele deixava que lhe roubassem tudo e, ao mesmo tempo, não roubava ninguém; assim, sempre havia alguém que, voltando para casa de madrugada, achava a casa intacta: a casa que o homem honesto devia ter roubado. O fato é que, pouco depois, os que não eram roubados acabaram ficando mais ricos que os outros e passaram a não querer mais roubar. E, além disso, os que vinham para roubar a casa do homem honesto sempre a encontravam vazia; assim iam ficando pobres.
Enquanto isso, os que tinham se tornado ricos pegaram o costume, eles também, de ir de noite até a ponte, para ver a água que passava embaixo. Isso aumentou a confusão, pois muitos outros ficaram ricos e muitos outros ficaram pobres.
Ora, os ricos perceberam que, indo de noite até a ponte, ma tarde, ficariam pobres. E pensaram: “Paguemos aos pobres para ir roubar para nós”. Fizeram-se os contratos, estabeleceram-se os salários, as percentagens: naturalmente, continuavam a ser ladrões e procuravam enganar-se uns aos outros. Mas, como acontece, os ricos tornavam-se cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres.
Havia ricos tão ricos que não precisavam mais roubar e que mandavam roubar para continuarem a ser ricos, Mas, se paravam de roubar, ficavam pobres porque os pobres os roubavam. Então pagaram aos mais pobres dos pobres para defenderem as suas coisas contra os outros pobres, e assim instituíram a polícia e constituíram as prisões.
Dessa forma, já poucos anos depois do episódio do homem honesto, não se falava  mais de roubar ou de ser roubado, mas só de ricos ou de pobres; e, no entanto, todos continuavam a ser pobres.
Honesto só tinha havido aquele sujeito, e morrera logo, de fome.

(Ítalo Calvino)

01) Qual o sentido de “ovelha negra”?

02) A que personagem do texto refere-se essa expressão?

03) Há coerência em usar essa expressão para se referir ao personagem? Justifique:

04) No texto, temos uma sequência de ações que se estruturam em torno de um fato responsável pela mudança da situação. Que fato narrado, responsável pela mudança da situação, é essencial para o desenrolar das ações?

05) A palavra UM pode ser numeral cardinal (quando remete a uma ideia de quantidade), artigo indefinido (quando precede um substantivo, dando-lhe ideia de indeterminação) e pronome indefinido (quando se refere a um ser de modo vago, indefinido). Levando isso em conta, classifique tais palavras destacadas no texto:
06) No texto, há uma grande ocorrência de pronomes indefinidos (algum, nada, outros, tudo, alguém, ninguém, pouco, todos, um). Como você justifica esse fato?

07) Damos o nome de círculo vicioso a uma sucessão de ideias ou fatos que retornam  sempre à ideia ou ao fato inicial, Indique uma passagem do texto em que a sucessão dos fatos forma um círculo vicioso:

08) Justifique o título do texto, aproveitando para dar um outro:

09) Que mensagem o texto lhe transmitiu?

10) Explique a passagem destacada no final do texto: 

11) Você já se sentiu "ovelha negra" em algum momento? Quando? Comente: 

12) Explique se há alguma relação entre o texto analisado e a música abaixo: 


Ovelha negra

Levava uma vida sossegada
Gostava de sombra e água fresca 
Meu Deus, quanto tempo eu passei
sem saber! Uh uh! 

Foi quando meu pai
me disse: "Filha, 
você é a ovelha negra 
da família"! 
Agora é hora de você assumir...
Uh! Uh! E sumiiiiiiir! 

Baby, baby, 
Não adianta chamar
Quando alguém está perdido
Procurando se encontrar...
Baby, baby, 
Não vale a pena esperar 
Oh não! 
Tire isso da cabeça, 
Ponha o resto no lugar

(Rita Lee)

domingo, 17 de dezembro de 2017

"Três apitos" - Noel Rosa



Quando o apito 
da fábrica de tecidos
vem ferir os meus ouvidos,
eu me lembro de você.
Mas você anda, 
sem dúvida, bem zangada
e está mesmo interessada 
em fingir que não me vê.

Você que atende ao apito
de uma chaminé de barro
por que não atendeu ao grito, 
tão aflito, 
da buzina do meu carro?

Você no inverno 
sem meias vai pro trabalho,
não faz fé com agasalho,
nem no frio você crê,
mas você não é mesmo
artigo que não se imita,
quando a fábrica apita
faz reclame de você.

Nos meus olhos você lê
que eu sofro cruelmente
com ciúmes do gerente
impertinente,
que dá ordens a você.

Sou do sereno, 
poeta muito soturno,
vou virar guarda-noturno
e você sabe por quê.
Mas você não sabe 
que, enquanto você faz pano,
faço junto do piano 
estes versos pra você. 

(Noel Rosa)


01)  Em que pessoa está escrito o texto? Justifique com palavras retiradas dele próprio: 

02) Caracterize a segunda pessoa do discurso:

03) Aponte duas circunstâncias que distanciam o falante da destinatária da mensagem: 

04) Circule no texto um exemplo de prosopopeia (ou personificação), explicando seu raciocínio:

05) Podemos afirmar que o texto está centrado exclusivamente na segunda pessoa?

06) RECLAME é um galicismo (palavra de origem francesa e muito usada na época em que o samba foi composto, em 1931), então, observando o contexto, substitua tal palavra por outra mais conhecida e atual, que não altere o sentido da frase: 

07) Por que o falante afirma que vai virar "guarda-noturno"? 

08) Que funções da linguagem predominam no texto? Explique: 

09) Que mensagem o texto lhe transmitiu?

10) Justifique o título do texto, aproveitando para criar um outro: 

11) Como a moça responderia a essa canção?

12) De acordo com o entendimento que se faz do texto, marque a opção INCORRETA:

(A) Dentre as possíveis funções que a linguagem do texto pode apresentar, percebe-se a função emotiva.
(B) Sem dúvida, o que predomina no texto é o aspecto denotativo da linguagem.
(C) O texto está escrito em versos e apresenta rimas.
(D) Sendo um texto literário, é natural que se perceba o aspecto conotativo da linguagem.

13) Fazendo uma análise mais detalhada do texto, pode-se perceber que:

(A) apresenta forte caracterização lírica.
(B) a intenção maior do texto é fazer comentários pejorativos sobre os operários.
(C) Na verdade, o objetivo maior do texto é apresentar uma crítica às péssimas condições salariais do operário brasileiro.
(D) Há caracterização subjetiva no poema, mas a temática maior do texto é a política.

14) O poeta constantemente faz referência a uma pessoa: "você", e pode-se dizer que essa pessoa é:

(A) uma empresária do ramo de tecidos que faz pouco caso dele porque ele é boêmio.
(B) uma operária que não quer o poeta porque ele é o gerente da fábrica e quer apenas se aproveitar dela.
(C) uma operária que não demonstra nenhum interesse pelo poeta, embora pareça ter uma condição financeira melhor do que a dela.
(D) uma moça que vende lanche na frente de uma fábrica de tecidos e despreza o poeta porque ele é namorador e não quer nada sério com ela. 

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Atividade sobre Intertextualidade, com obras de Salvador Dalí



01) A obra de arte acima, chamada de "Persistência da memória", de Salvador Dalí, é um exemplo de linguagem verbal ou não-verbal? Justifique sua resposta:

02) Baseando-se na sua resposta anterior, tente passar de uma linguagem para a outra, de modo a não perder nenhum detalhe:

03) A respeito da tela, assinale as afirmações verdadeiras:

(A) Aparecem apenas cenas e objetos que não existem na realidade.
(B) O quadro mistura cenas e objetos reais e outros que são produto da imaginação do autor.
(C) A imagem pode ser considerada uma mistura de sonho e realidade.
(D) Dalí preocupou-se em retratar com precisão diferentes imagens muito presentes em nosso cotidiano. 

04) Que elementos você identifica na figura? Descreva-os:

05) O que mais chama sua atenção na imagem?

06) Na leitura que você faz desse quadro, o que significam os relógios "moles", que "escorrem"?

07) Essa tela provoca as mais variadas reações em quem a observa. Leia estes comentários, por exemplo, postados em blogues: 

"Este quadro representa o tempo e transmite-nos a sensação de lentidão: está tudo muito parado. Os relógios mostram ritmos de vida diferentes (os ponteiros estão em horas não coincidentes, diferentes), talvez devido ao calor. A imagem retrata um deserto ao entardecer. Talvez simbolize o fim da vida."

"A passagem do tempo sempre foi um mistério, e acho que continuará a ser. Por que será que determinados momentos parecem passar tão rapidamente e outros demoram tanto?" 

E você? Que  análise você faz?


08) Por que podemos afirmar que uma obra acima, chamada "Desintegração da persistência da memória", do mesmo pintor, dialoga com a outra (a esse diálogo damos o nome de intertextualidade)? 

09) Que pontos de semelhança você identifica? Por que isso foi, de certa forma, mantido? 

10) Que diferenças você observa nelas? Por que será que isso ocorreu?

11) Na primeira obra, os relógios sugerem preocupação com um tempo que se derrete, se vai. Observe novamente a segunda obra, com sua paisagem desintegrada.

a) O que sugerem os objetos incluídos nesta tela?

b) DESINTEGRAR é "desfazer, desagregar" e tmabém "retirar, afastar, separar". Sendo assim, como você interpreta o título dessa obra? 

12) De qual das duas obras analisadas você mais gostou? Por quê? 

13) Que mensagem se pode extrair da análise de ambas? 

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Como nasceram as estrelas (Clarice Lispector)


Pois é, todo mundo pensa que sempre houve no mundo estrelas pisca-pisca. Mas é erro. Antes os índios olhavam de noite para o céu escuro -- e bem escuro estava esse céu. Um negror. Vou contar a história singela do nascimento das estrelas. 

Era uma vez, no mês de janeiro, muitos índios. E ativos: caçavam, pescavam, guerreavam. Mas nas tabas não faziam coisa alguma: deitavam-se nas redes e dormiam roncando. E a comida? Só as mulheres cuidavam do preparo dela para terem todos o que comer. 

Uma vez elas notaram que faltava milho no cesto para moer. Que fizeram as valentes mulheres? O seguinte: sem medo enfurnaram-se nas matas, sob um gostoso sol amarelo. As árvores rebrilhavam verdes e embaixo delas havia sombra e água fresca. 

Quando saíam de debaixo das copas encontravam o calor, bebiam no reino das águas dos riachos buliçosos. Mas sempre procurando milho porque a fome era daquelas que as faziam comer folhas de árvores. Mas só encontravam espigazinhas murchas e sem graça. 

-- Vamos voltar e trazer conosco uns curumins. (Assim chamavam os índios as crianças). Curumin dá sorte. 

E deu mesmo. Os garotos pareciam adivinhar as coisas: foram retinho em frente e numa clareira da floresta -- eis um milharal viçoso crescendo alto. As índias maravilhadas disseram: toca a colher tanta espiga. Mas os garotinhos também colheram muitas e fugiram das mães voltando à taba e pedindo à avó que lhes fizesse um bolo de milho. A avó assim fez e os curumins se encheram de bolo que logo se acabou. Só então tiveram medo das mães que reclamariam por eles comerem tanto. Podiam esconder numa caverna a avó e o papagaio porque os dois contariam tudo. Mas -- e se as mães dessem falta da avó e do papagaio tagarela? Aí então chamaram os colibris para que amarrassem um cipó no topo do céu. Quando as índias voltaram ficaram assustadas vendo os filhos subindo pelo ar. Resolveram, essas mães nervosas, subir atrás dos meninos e cortar o cipó embaixo deles. 

Aconteceu uma coisa que só acontece quando a gente acredita: as mães caíram no cgão, transformando-se em onças. Quanto aos curumins, como já não podiam voltar para a terra, ficaram no céu até hoje, transformados em estrelas brilhantes. 

Mas, quanto a mim, tenho a lhes dizer que as estrelas são mais do que curumins. Estrelas são os olhos de Deus vigiando para que corra tudo bem. Para sempre. E, como se sabe, "sempre" não acaba nunca. 

(Clarice Lispector)

01) O que é uma lenda? Por que esse texto é uma lenda? Explique: 

02) Que personagens aparecem nessa lenda? 

03) O que levou as mulheres a se embrenharem no mato?

04) Por que as mulheres chamaram os curumins? 

05) Por que os curumins ficaram com medo das mães? Você acha que isso foi motivo suficiente? O que teria feito no lugar deles? 

06) Que ideia eles tiveram para fugir delas? 

07) O que as mães fizeram quando viram os filhos subindo pelo ar? 

08) Além da origem das estrelas, o texto explica também a origem de qual outro elemento da natureza? Explique:

09) Explique a importância da passagem grifada no texto para o entendimento do que veio a seguir: 

10) Para o narrador, as mães terem se transformado em onças é algo fantasioso ou que poderia acontecer na vida real? Comente:

11) O que pode ser considerado real nesta lenda por revelar o modo de vida e a cultura desse povo indígena?

12) Na lenda, o que a atitude dos curumins tem a ver com a origem das estrelas?

13) Ao ser transformados em estrelas, os curumins foram castigados ou premiados? Por quê? 

14) Que ensinamento essa lenda transmitiu? 

15) Você diria que o narrador concorda com a explicação dos índios bororos para o surgimento das estrelas? Explique: 

16) Pela leitura da lenda, deu para perceber que a vida dos homens era mais fácil ou mais difícil do que a das mulheres? O que você pensa a respeito disso?

17) Em sua opinião, há tarefas que só devem ser realizadas por homens e outras que só podem ser realizadas por mulheres? Explique seu raciocínio, citando algumas dessas tarefas (se for o caso): 

18) Retire do texto exemplos de oralidade, dizendo a importância disso para o gênero textual em questão:

19) Identifique esses momentos na narrativa: situação inicial, complicação, ações, clímax e desfecho:

domingo, 15 de outubro de 2017

Atividade sobre o filme "Um senhor estagiário"


Sinopse: Ben Whittaker é um viúvo com 70 anos que descobriu que a aposentadoria não é tudo aquilo de bom que as pessoas falam. Ele vive entediado e leva uma vida mónotona, até que, aproveitando uma oportunidade de voltar à ativa, se torna estagiário sênior de um site de moda, fundado e dirigido por Jules Ostin, com quem cria uma forte amizade. (Duração: 2 h) 

01) Explique o duplo sentido presente no título do filme, dizendo que palavra é responsável pela ambiguidade: 

02) O que o filme denuncia? Justifique sua resposta: 

03) Quando Ben lê as exigências para o estagiário, o que o "assusta"? O que você pensa disso?

04) Que problema a Jules enfrenta em seu casamento? O que isso revela?

05) Como você acha que os aposentados, de um modo geral, são vistos no nosso país? Posicione-se sobre isso:

06) Liste vantagens e desvantagens dos jovens e dos idosos no mercado de trabalho:

07) O que Ben aprendeu com a amizade com a Jules? E ela com ele? Comente:

08) De que parte do filme você mais gostou? Por quê? 

09) Que mensagem o filme lhe transmitiu? 

10) De 0 a 10, que nota daria ao filme em questão? Justifique sua resposta: 

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Barbeiro



Diz que, um belo dia, um índio bem alegre chegou numa barbearia juntamente com um menino, os dois para cortar o cabelo. 

O barbeiro, gente mui buena, fez um belo corte no índio, que já aproveitô pra aparar a barba, enfim, deu um trato geral. Depois de pronto o índio, chegou a vez do guri. Nisso o índio disse pro barbeiro:

-- Tchê, enquanto tu corta as melena do guri, vou dar um pulo até o bolicho da esquina comprar um cigarrito e já tô de volta. 

-- Tá bueno! -- disse o barbeiro. 

Só que o barbeiro terminou de cortar o cabelo do guri e o índio não apareceu. 

-- Senta aí e espera que teu pai já vem te buscar. 

-- Ele não é meu pai! - disse o moleque. 

-- Teu irmão, teu tio, seja lá o que for, senta aí. 

-- Ele não é nada meu! -- falou o guri. 

Aí o barbeiro perguntou intrigado:

-- Mas quem é o animal então?

-- Não sei! Ele me pegou ali na esquina e perguntou s eeu queria cortar o cabelo de graça! 

(Autor desconhecido)

01) As hipóteses que você havia levantado sobre o texto se confirmaram?

02) Quantas personagens há na história e como o narrador se refere a elas? Ele as chama pelo nome? O que isso revela?

03) O narrador caracteriza detalhadamente as personagens? O que se sabe sobre elas? 

04) Há informações sobre a situação das personagens antes e depois do episódio narrado? 

05) O texto informa quando e onde aconteceu esse episódio?

06) A princípio, qual se imagina que seja a relação entre o homem e o menino? Por quê?

07) Até que ponto do texto essa impressão se mantém?

08) Você achou o final engraçado? Surpreendente? Por quê? 

09) Copie do texto expressões coloquiais, informais: 

10) O que significa a expressão destacada no texto? Você costuma utilizá-la? 

11) Podemos afirmar que esse texto pertence ao gênero textual CAUSO? Justifique sua resposta: 

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Atividade sobre o filme "SING - Quem canta seus males espanta"



Sinopse: Um empolgado coala chamado Buster decide criar uma competição de canto para aumentar os rendimentos de seu antigo teatro. A disputa movimenta o mundo animal e promove a revelação de diversos talentos da cidade, todos de olho nos "15 minutos de fama" e também nos US$ 100 mil doláres de prêmio! (Duração: 1h 48 min)

01) Por que o valor do prêmio saiu errado nos cartazes? 

02) Os cartazes convidando para o "Concurso de canto" foram espalhados aos quatro ventos. Explique o sentido denotativo e conotativo da expressão destacada: 

03) Que problema familiar é denunciado na vida do gorila Jonny? Isso costuma mesmo acontecer? O que você pensa sobre isso? Comente:

04) O que gerou o término do namoro entre os dois porcos-espinhos? O que você pensa a respeito disso? Explique:

05) E que problema parecia ocorrer na vida da porquinha Rosetta? Explique: 

06) Que "solução" foi encontrada por essa porquinha para conseguir ir aos ensaios? Por que isso falhou? 

07) Por que a elefanta não conseguia cantar? Você já passou por uma situação assim? 

08) Qual era a função da lhama Judith no filme? 

09) Por que o pai do Jonny foi preso? E para que ele resolveu fugir da prisão? 

10) Por que o balde era tão importante para o coala Buster? 

11) "O bom de se estar no fundo do poço é porque só tem uam saída: para cima". Tal frase apareceu em dois momentos do filme. Quais foram eles? 

12) Como descobrem que não tem dinheiro algum no baú? O que acontece logo em seguida? 

13) Por que ocorre a destruição do teatro? 

14) "Não deixe o medo desistir de fazer o que você ama". Você concorda com essa frase dita no filme? Explique: 

15) O que o Buster resolve fazer depois que o teatro é destruído? 

16) O que faz o Buster desistir desse novo trabalho? Que ideia ele tem? Ela dá certo? 

17) Praticamente todas as personagens do filme têm um sonho. Qual? Eles o realizaram?

18) O que a famosa cantora Nana resolveu fazer, no final? 

19) De que personagem você mais gostou? Por quê? 

20) Que mensagem o filme lhe transmitiu? Comente: 

21) Que nota, de 0 a 10, você daria ao filme? Por quê?